Em 2026, chips modernos chegam a 200 bilhões de transistores em um pedaço de silício menor que uma unha. Entenda como isso é possível, o que esses componentes fazem e até onde essa miniaturização pode chegar.
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Lei de Moore
O computador do Apollo 11 tinha 4 KB de RAM e rodava a 2 MHz — menos que uma calculadora escolar de R$ 200. Entenda como essa máquina minúscula levou o homem à Lua e acelerou a história da computação.
Em 1965, Gordon Moore escreveu um artigo de quatro páginas com uma extrapolação otimista sobre chips. Sessenta anos depois, aquela observação ainda guia a indústria de semicondutores — e moldou cada dispositivo que você usa hoje.
Em 2026, os chips mais avançados do mundo abrigam mais de 100 bilhões de transistores — rivalizando com o número de neurônios do cérebro humano. Entenda como chegamos aqui e por que isso importa.




